Confesso aos meus leitores que estou escrevendo pouco por aqui. Mas imaginação e palavras não me faltam, me falta sim, tempo.
Nos últimos dias pude compartilhar com alguns amigos a sensação indescritível de começar um trabalho que ainda dará bons frutos com as poesias do livro Memorias Inventadas, de Manoel de Barros.
Venha daí quem sabe, uma fonte de palavras montadas, com formas e sentidos, de desconstruir o ver.